Dia 15 de maio, acontecerá a abertura da exposição A Moda na intimidade,
promovida em parceria pelo Instituto Feminino da Bahia (IFB) e pelo
curso de Design de Moda da UNIFACS, sob coordenação da Professora Márcia
Mello. A exposição vai reunir peças íntimas do vestuário feminino e
itens de diversas alcovas datados do século passado. A abertura da exposição acontece a partir das 19h, no IFB, com
presença do Chanceler da UNIFACS, Professor Manoel Barros, da Reitora,
Professora Marcia Barros, e da Coordenadora do curso, Professora
Virgínia Saback. Aberto ao público.
"A educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda”. Paulo Freire
sexta-feira, 11 de maio de 2012
quinta-feira, 3 de maio de 2012
Ilegalidade da Greve dos Professores!
Ilegal deveria ser manter professores nas condições indecentes de trabalho que se encontram! Ilegal é viver com medo de ser agredido ou morto por um de seus próprios alunos porque não há segurança nas escolas! Ilegal é ter que trabalhar quase os três turnos para ter um salário que preste e ainda ter que fazer cursos de capacitação e reciclagem e ser mãe ou pai, esposa ou marido, e tantos outros papéis sociais ao mesmo tempo! E ainda arranjar tempo para preparar aulas lúdicas e dinâmicas, avaliações miraculosas e atividades que capacitem para as cinco habilidades do ENEM!
Ilegal?
Ilegal é cortar o salário de gestantes e de pessoas de licença, que a propósito estão de licença, sabe por quê? Por que perderam a voz de tanto gritar na sala para tentar chamar a atenção! Ou estão com depressão e síndrome do pânico, entre outros probleminhas causados pela profissão docente!
Mais uma estratégia política para jogar a opinião pública contra os professores! Pois é, pais, o importante é voltar às aulas, mesmo sem segurança, sem material didático, sem suporte, sem estrutura física, sem merenda que preste, sem qualidade! “Pelo menos ele está na escola e para de me encher em casa!” Nem os pais suportam seus filhos e querem que os professores suportem?! Vamos educar em casa, família! Vamos deixar de largar nas costas dos professores, uma responsabilidade que pertence a vocês, pais!
“E os alunos que vão prestar vestibular! Estão sendo prejudicados!” Olá, vestibulando, conhece biblioteca? Vocês são autodidatas na tecnologia, na internet! Vamos usar a internet pra estudar, galera! Tem muita coisa boa lá!
É fácil culpar os outros e responsabilizá-los pelo próprio fracasso! Tome uma atitude!
Bom... foi só um desabafo!
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domingo, 31 de julho de 2011
Como escrever bem...
Muitas pessoas perguntam-se se há algum segredo, algum “macete” para se escrever bem. É partindo desse pressuposto que uma indústria monstruosa de cursinhos e manuais de redação é criada e as pessoas gastam rios de dinheiro nessa busca frenética pelo segredo do sucesso na escrita. No entanto, por mais que se deem truques e macetes para ser um bom escritor, esses manuais não ensinam a pensar. E uma estrutura sem conteúdo é o mesmo que um esqueleto sem carne. De nada nos serve.Ao invés de ensinar tais “macetes” é essencial ensinar a pensar. Ensinar a enxergar além do óbvio, através do subentendido, das entrelinhas. E isso só se consegue com muita leitura e estudo.
Existem, entretanto, duas atividades básicas que nos ajudarão a escrever bem: ler e escrever.
Um escritor, antes de tudo, é um leitor. Nada é escrito por acaso. Tudo o que escrevemos é uma re-leitura, uma re-significação de tudo o que lemos e de nossas experiências de vida. Portanto, para preenchermos nossas produções textuais de “carne de 1ª”, temos de ser exímios leitores.
A segunda regra trata-se da prática da escrita. Só se aprende a escrever, escrevendo! O exercício atento e constante leva-nos ao aprimoramento. Porém, lembre-se: o exercício atento e constante! Não adianta escrevermos e, após a identificação de “problemas” ou “desvios” da norma padrão, voltarmos a repeti-los. Também a leitura deve ser uma constante, uma atividade diária em nossa vida.
Outro fator de suma importância é a necessidade de escrever para alguém. Não faz sentido escrever algo para ninguém ler! Quando sabemos a quem se destina nosso texto, moldamos nossa produção. Para exemplificar, imagine que tenha de sair e deixar um bilhete para avisar sua saída. Será que no bilhete endereçado à sua mãe, seria usada a mesma linguagem e abordagem caso ele fosse direcionado ao seu namorado(a)?
Por isso, as atividades escolares não fazem sentido. Escrevemos para ninguém ou simplesmente para o (a) professor(a) que, na maioria das vezes, não é uma leitor(a), e sim, a corretor(a) da redação.
Assim, para se escrever bem são necessários, dentre ouros pontos, três fatores: desenvolver o hábito da leitura, treinar a escrita constantemente e ter claro a identidade de seu interlocutor.
Comece por aí, este é o verdadeiro macete!
Imagem fonte: http://commons.wikimedia.org/wiki/File:N_write.svg?uselang=pt-br
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sábado, 21 de maio de 2011
Resumo da Educação no Brasil por Amanda Gurgel
Este é um dos depoimentos mais verdadeiros e pertinentes que já vi e toda a minha vida de aluna e professora. TODOS deveriam ver isso e perceber a triste realidade pela qual nós, professores, passamos e, não apenas ver,mas buscar melhorias, reinvidicando seus direitos assim como esta professora fez!
quarta-feira, 18 de maio de 2011
Hoje é dia do Museu!
Hoje, dia 18 de maio, é o Dia do Internacional dos Museus! Que tal levar seu filho para conhecer um pouco da cultura de nossa cidade? Segue o link do site que contém a lista dos museus de Salvador, a maioria deles possui entrada gratuita ou possuem preços bem pequenos. Nesse site, vocês encontrarão também o telefone para contato e o horário de fucionamento.
Uma boa dica de vsita é o Museu Carlos Costa Pinto, localizado na Avenida Sete de Setembro, veja mais detalhes sobre este museu, clicando aqui.
Sucesso em suas visitas e Viva a Cultura!
terça-feira, 26 de abril de 2011
Biblioteca CIEE
Em postagem anterior, sobre Estágio, falei sobre o CIEE. É um portal muito útil, pois além de cadastrar estudantes para vagas de estágio, possue cursos de capacitação à distância. Fuçando o site, encontrei outra funcionalidade:
Uma mini bliblioteca com Livretos de temáticas atuais e interessantes que são notícia e, muitas vezes, caem em provas de concurso público como Atualidades. As temáticas são as mais variadas, desde Células-tronco, até Aquecimento Global e Habitação.
O mais interessante é que essas obras estão disponíveis para download e impressão. São leituras rápidas, mas muito ricas e úteis. Vale a pena conferir! Clique aqui e deleite-se!
terça-feira, 1 de março de 2011
Trabalhando a Gramática de forma reflexiva: Substantivo
Em postagem anterior, falei um pouco sobre a necessidade de tratar dos fatos gramaticais em sala de aula de maneira mais reflexiva. Leia a postagem supracitada clicando aqui.
Hoje trarei a propostas de atividades para tratar da classe gramatical substantivo. Ambos os textos utilizados foram escritos por mim. Espero que gostem.
Era uma vez uma coisa onde as coisas não tinham nome. E tudo o que se dizia era uma coisa só. Quando se ia à coisa em que se compram coisas, veja só que coisa:
— Oi seu fulano! Me dá aquela coisa.— Qual coisa?— Aquela coisa que a gente serve para usar a coisa.— Tem tanta coisa que a gente usa, que coisa você quer?— Aquela!— Mas, tem tanta coisa ali!!— Aquela coisa, que tá junto daquela outra coisa, entre aquela coisa e aquela outra coisa!!!— Ihh... não tô entendendo coisa nenhuma!!!— Posso ir lá pegar a coisa?— É... pode...— É essa coisa aqui, ó!!— Ah!! Eu achei que era a outra coisa!— Quanto custa?— R$ 2,45.— Obrigada!Se você achou uma coisa de louco, imagina só tentar chamar alguém...Numa tranquila tarde, senhoras reunidas para um chá:— Ô senhora!— Quem? Eu?— Não! A senhora ali!— A ta, eu?— Não! Ela!— Eu?— Eu?!— Eu?— Não, a senhora!
Um dia, resolveram dar nomes às coisas e cada coisa passou a ter sua identidade, não só as coisas, mas também as pessoas, animais, seres em geral. E a coisa onde as coisas não tinham nome passou a se chamar lugar e aquela coisa onde se compravam coisas ficou conhecida como mercado e as senhoras que tomavam chá passaram a se chamar Maria, Joana, Fátima, Sara...O que eu ainda não descobri é o nome daquela coisa que serve para usar a coisa! Você sabe o que é? Então me diz porque eu não aguento mais essa curiosidade!!!
Proposta de Trabalho
O objetivo deste texto é iniciar o estudo do substantivo, fazendo uma reflexão sobre sua definição, uso e função. Promova uma discussão sobre como seria o mundo sem os nomes. Peça que eles tentem adivinhar “o nome daquela coisa que serve para usar a coisa” citada no último parágrafo do texto. Você irá se surpreender com a criatividade deles! Peça que eles expliquem e deem indícios no texto do porquê de terem escolhido determinado objeto para designar “a coisa”.
Meu amor é um substantivo
Porque dá nomes ao meu desejo
É comum, pois o amor romântico
Atinge muitos corações
É próprio, visto que o amor que lhe dedico
É completamente particular
É primitivo, pois és meu primeiro amor
É derivado, porque vem da admiração profunda
Que tenho por ti
É simples, pois a beleza está na simplicidade
É composto, já que combina a si
Muitos sentimentos: respeito, carinho, lealdade...
É abstrato, visto que o sinto e não o vejo
É concreto, porque a cada dia
Solidifica-se mais.
É comum de dois, pois também me amas
É biforme, já que te amo com um amor
Fraterno e romântico
É uniforme, pois nos unirá
Em uma só carne.
Proposta de Trabalho:
Esse poema pode ser usado quando iniciar a aula sobre a classificação dos substantivos. Peça que os educandos expliquem as classificações dos substantivos citadas no poema, nessa parte eles precisarão ser ajudados por você. Faça uma aplicação do conceito gramatical dos termos ao uso que foi feito deles no poema.
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