EM CONSONÂNCIA COM MINHA INSATISFAÇÃO/INDIGNAÇÃO/ REPÚDIO DIANTE DO DESCASO COM A EDUCAÇÃO BAIANA, COMPARTILHO ESSAS IMAGENS:
"A educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda”. Paulo Freire
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quarta-feira, 23 de maio de 2012
terça-feira, 1 de março de 2011
Trabalhando a Gramática de forma reflexiva: Substantivo
Em postagem anterior, falei um pouco sobre a necessidade de tratar dos fatos gramaticais em sala de aula de maneira mais reflexiva. Leia a postagem supracitada clicando aqui.
Hoje trarei a propostas de atividades para tratar da classe gramatical substantivo. Ambos os textos utilizados foram escritos por mim. Espero que gostem.
Era uma vez uma coisa onde as coisas não tinham nome. E tudo o que se dizia era uma coisa só. Quando se ia à coisa em que se compram coisas, veja só que coisa:
— Oi seu fulano! Me dá aquela coisa.— Qual coisa?— Aquela coisa que a gente serve para usar a coisa.— Tem tanta coisa que a gente usa, que coisa você quer?— Aquela!— Mas, tem tanta coisa ali!!— Aquela coisa, que tá junto daquela outra coisa, entre aquela coisa e aquela outra coisa!!!— Ihh... não tô entendendo coisa nenhuma!!!— Posso ir lá pegar a coisa?— É... pode...— É essa coisa aqui, ó!!— Ah!! Eu achei que era a outra coisa!— Quanto custa?— R$ 2,45.— Obrigada!Se você achou uma coisa de louco, imagina só tentar chamar alguém...Numa tranquila tarde, senhoras reunidas para um chá:— Ô senhora!— Quem? Eu?— Não! A senhora ali!— A ta, eu?— Não! Ela!— Eu?— Eu?!— Eu?— Não, a senhora!
Um dia, resolveram dar nomes às coisas e cada coisa passou a ter sua identidade, não só as coisas, mas também as pessoas, animais, seres em geral. E a coisa onde as coisas não tinham nome passou a se chamar lugar e aquela coisa onde se compravam coisas ficou conhecida como mercado e as senhoras que tomavam chá passaram a se chamar Maria, Joana, Fátima, Sara...O que eu ainda não descobri é o nome daquela coisa que serve para usar a coisa! Você sabe o que é? Então me diz porque eu não aguento mais essa curiosidade!!!
Proposta de Trabalho
O objetivo deste texto é iniciar o estudo do substantivo, fazendo uma reflexão sobre sua definição, uso e função. Promova uma discussão sobre como seria o mundo sem os nomes. Peça que eles tentem adivinhar “o nome daquela coisa que serve para usar a coisa” citada no último parágrafo do texto. Você irá se surpreender com a criatividade deles! Peça que eles expliquem e deem indícios no texto do porquê de terem escolhido determinado objeto para designar “a coisa”.
Meu amor é um substantivo
Porque dá nomes ao meu desejo
É comum, pois o amor romântico
Atinge muitos corações
É próprio, visto que o amor que lhe dedico
É completamente particular
É primitivo, pois és meu primeiro amor
É derivado, porque vem da admiração profunda
Que tenho por ti
É simples, pois a beleza está na simplicidade
É composto, já que combina a si
Muitos sentimentos: respeito, carinho, lealdade...
É abstrato, visto que o sinto e não o vejo
É concreto, porque a cada dia
Solidifica-se mais.
É comum de dois, pois também me amas
É biforme, já que te amo com um amor
Fraterno e romântico
É uniforme, pois nos unirá
Em uma só carne.
Proposta de Trabalho:
Esse poema pode ser usado quando iniciar a aula sobre a classificação dos substantivos. Peça que os educandos expliquem as classificações dos substantivos citadas no poema, nessa parte eles precisarão ser ajudados por você. Faça uma aplicação do conceito gramatical dos termos ao uso que foi feito deles no poema.
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sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
PORQUE ESTUDAR LÍNGUA PORTUGUESA???
Recentemente, ouvi relatos num mini-curso que me causaram profunda inquietação. Tratava-se de falas de educandos de realidades diferentes, mas que questionavam o mesmo assunto: estudar ou não estudar português? O primeiro, oriundo obviamente de escola pública, disse: “pra que estudar português se vou continuar roubando carros?”, o segundo, de uma escola abastarda manifestou-se: “pra que estudar português se vou herdar tudo do meu pai?”.
Realidades diferentes, mas que se debruçam na mesma problemática: estudar português não tem valor prático. Esse é o conceito da maioria de nossos educandos, sejam eles da classe alta, média ou baixa. Vivemos numa sociedade altamente imediatista, na qual a maioria das pessoas, sobretudo os jovens, acredita que tudo deve trazer um benefício ou lucro imediato, pensamento este resultante da lógica capitalista. Não há sentido estudar português se isso não me fará mais rico ou não me ajudará em minha vida prática. E na verdade... eles estão certos!
Não me refiro ao fato de estudar ou não português para roubar carros ou ser herdeiro de pai rico. Não! Refiro-me ao fato de ter de me debruçar sobre uma atividade que não tem valor prático e, portanto, não faz sentido. Só há, porém, a necessidade de corrigir a problemática: estudar ou não GRAMÁTICA? Agora sim, a pergunta faz sentido.
Mas talvez se pergunte: estudar Português e estudar Gramática não é a mesma coisa? Na verdade não! Português e Gramática são coisas diferentes e é neste equivoco que se encerra a grande resistência de nossos educandos com a matéria língua portuguesa.
Língua e Gramática não são a mesma coisa, a gramática faz parte da língua, mas não é imprescindível para o bom uso dela. Assim estudar análise morfológica (classes e formação de palavras) ou sintática (sujeito, predicado, adjunto averbial, etc.) não fará com que meu educando produza bons textos ou saiba adequar sua linguagem aos diversos contextos sócio-comunicativos, pelo contrário, só causa tédio e, por vezes, sentimentos de inutilidade diante da complexidade de muitos assuntos, como demonstrado nas opiniões citadas no início deste ensaio.
Essa descoberta não é nova. Diversos autores já falaram e demonstraram em excelentes trabalhos a ineficiência do ensino da gramática em formar bons usuários da língua. Dentre eles estão: Marcos Bagno (Dramática da Língua Portuguesa, Preconceito linguístico), Maria Helena de Moura Neves (Gramática na Escola), Mario Perini (Para uma Nova Gramática do Português), Sírio Possenti (Por que ( Não ) Ensinar Gramatica na Escola), entre outros.
Então por que continuamos a insistir nesta atividade despropositada? Uma das razões é a questão da tradição. Acostumamos-nos com tal forma de ensino durante séculos que a resistência á mudança é sempre muito forte. A escola, tanto pública como particular, está acostumada ao estudo gramatiqueiro, possuindo inúmeros programas de estudo baseados na gramática, que não é por acaso chamada de tradicional.
Na verdade, é necessário que as aulas de língua portuguesa, tornem-se verdadeiramente AULAS DE LÍNGUA PORTUGUESA, e não aulas de gramática. É necessário haver um ensino reflexivo, baseado no uso e não em regras que não possuem nenhuma relação com a realidade.A maioria dos exemplos utilizados na gramática fazxem referências a escritores da literatura nacional ou lusitana, mas a peregunta é: quero treinar escritores literários ou bons usuários da linguagem do dia-a-dia? Não escrevemos com a linguagem dos sonetos ou dos romances literários, escrevemos atas, resumos críticos, e-mails comerciais, etc. e é nesses gêneros textuais que reside a dificuldade dos nossos alunos.
Fiquem atentos, em postagens futuras, trarei algumas sugestões de aulas, técnicas e dinâmicas que tornarão as aulas de língua mais enriquecedoras. Até a próxima!
Realidades diferentes, mas que se debruçam na mesma problemática: estudar português não tem valor prático. Esse é o conceito da maioria de nossos educandos, sejam eles da classe alta, média ou baixa. Vivemos numa sociedade altamente imediatista, na qual a maioria das pessoas, sobretudo os jovens, acredita que tudo deve trazer um benefício ou lucro imediato, pensamento este resultante da lógica capitalista. Não há sentido estudar português se isso não me fará mais rico ou não me ajudará em minha vida prática. E na verdade... eles estão certos!
Não me refiro ao fato de estudar ou não português para roubar carros ou ser herdeiro de pai rico. Não! Refiro-me ao fato de ter de me debruçar sobre uma atividade que não tem valor prático e, portanto, não faz sentido. Só há, porém, a necessidade de corrigir a problemática: estudar ou não GRAMÁTICA? Agora sim, a pergunta faz sentido.
Mas talvez se pergunte: estudar Português e estudar Gramática não é a mesma coisa? Na verdade não! Português e Gramática são coisas diferentes e é neste equivoco que se encerra a grande resistência de nossos educandos com a matéria língua portuguesa.
Língua e Gramática não são a mesma coisa, a gramática faz parte da língua, mas não é imprescindível para o bom uso dela. Assim estudar análise morfológica (classes e formação de palavras) ou sintática (sujeito, predicado, adjunto averbial, etc.) não fará com que meu educando produza bons textos ou saiba adequar sua linguagem aos diversos contextos sócio-comunicativos, pelo contrário, só causa tédio e, por vezes, sentimentos de inutilidade diante da complexidade de muitos assuntos, como demonstrado nas opiniões citadas no início deste ensaio.
Essa descoberta não é nova. Diversos autores já falaram e demonstraram em excelentes trabalhos a ineficiência do ensino da gramática em formar bons usuários da língua. Dentre eles estão: Marcos Bagno (Dramática da Língua Portuguesa, Preconceito linguístico), Maria Helena de Moura Neves (Gramática na Escola), Mario Perini (Para uma Nova Gramática do Português), Sírio Possenti (Por que ( Não ) Ensinar Gramatica na Escola), entre outros.
Então por que continuamos a insistir nesta atividade despropositada? Uma das razões é a questão da tradição. Acostumamos-nos com tal forma de ensino durante séculos que a resistência á mudança é sempre muito forte. A escola, tanto pública como particular, está acostumada ao estudo gramatiqueiro, possuindo inúmeros programas de estudo baseados na gramática, que não é por acaso chamada de tradicional.
Na verdade, é necessário que as aulas de língua portuguesa, tornem-se verdadeiramente AULAS DE LÍNGUA PORTUGUESA, e não aulas de gramática. É necessário haver um ensino reflexivo, baseado no uso e não em regras que não possuem nenhuma relação com a realidade.A maioria dos exemplos utilizados na gramática fazxem referências a escritores da literatura nacional ou lusitana, mas a peregunta é: quero treinar escritores literários ou bons usuários da linguagem do dia-a-dia? Não escrevemos com a linguagem dos sonetos ou dos romances literários, escrevemos atas, resumos críticos, e-mails comerciais, etc. e é nesses gêneros textuais que reside a dificuldade dos nossos alunos.
Fiquem atentos, em postagens futuras, trarei algumas sugestões de aulas, técnicas e dinâmicas que tornarão as aulas de língua mais enriquecedoras. Até a próxima!
domingo, 17 de outubro de 2010
ENEM: dicas de Redação
O ENEM está chegando! Esse Exame é extremamente significativo, pois, além de testar os conhecimentos dos estudantes egressos do Ensino Médio, ele pode significar o ingresso em faculdades particulares, por meio do PROUNI e em seleções de faculdades públicas como o SISU. Portanto, mais do que nunca, os estudantes devem estar atentos!
O ENEM é formado por 180 questões objetivas e uma prova de redação que consiste em metade do valor da nota. Normalmente, é solicitado que os estudantes escrevam uma dissertação. Aí vão algumas dicas para ter êxito na produção escrita:
· Leia! Antes de tudo, um bom redator é um bom leitor. Além disso, não adiantar saber escrever se não possui argumentos. Daí a importância de estar atento ao que acontece no Brasil e no mundo.
· Treine! Não deixe pra exercitar na véspera da prova. Pegue os temas anteriores e vá treinando! Não é a toa que dizem “a prática leva à perfeição”!
· Atente para a proposta e o tema! Imagine escrever uma linda narração quando se pediu uma dissertação? Esse é um grande erro que jamais deve ser cometido. O mesmo acontece quando você fala de algo que não foi solicitado! Muita atenção!
Por fim, é importante salientar que o processo de escrever envolve basicamente três ações: planejar, escrever e revisar. Planeje o que vai escrever colocando as ideias que vem á mente no papel. Selecione as ideias e organize seu texto. Por fim, revise-o, passando a limpo seu rascunho e verificando a logicidade das ideias e os aspectos ortográficos!
Essas são apenas algumas dicas! Siga-as e sucesso no ENEM!
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Ludo Educativo
Aprender brincando, essa frase já virou clichê! No entanto, é dessa forma que se pode definir um game muito interessante chamado Ludo Educativo. Nele, vestibulandos podem testar seus conhecimentos e concorrer a prêmios. Acesse o site e aprenda/divirta-se!
Só um detalhe: o jogo contempla apenas questões de Química, Física, Matemática e Biologia.
sexta-feira, 23 de abril de 2010
Curso Pré-Vestibular Gratuito Oficina de Cidadania
O Curso Pré-Vestibular Gratuito da ONG Oficina de Cidadania, fundado no ano 1999, tem contribuído ao longo destes 11 anos, com o aprimoramento dos estudos de mais de 1.500 jovens, resultando na média de 70% de aprovação de estudantes em diversos concursos vestibulares da Bahia, sendo mantido sob a responsabilidade dos professores voluntários da ONG. As aulas acontecem na sede do IGEO - UFBA - Ondina. São oferecidas 150 vagas voltadas para pessoas de todas as idades.
Pré-requisito: os inscritos devem ter cursado ininterruptamente da 5ª série do Ensino Fundamental ao 3º ano do Ensino Médio em Escolas da Rede Pública. É vedada a participação dos alunos matriculados em curso de ensino superior ou que já o tenha concluído. Ou aqueles que já tenham cursado o Pré-Vestibular da ONG em 2009.
Toda a arrecadação das inscrições será revertida para a manutenção das aulas do Curso Pré-Vestibular durante o ano. O curso não cobra taxa de mensalidade aos alunos matriculados.
Toda a arrecadação das inscrições será revertida para a manutenção das aulas do Curso Pré-Vestibular durante o ano. O curso não cobra taxa de mensalidade aos alunos matriculados.
Período de Inscrição: De 24 de Março a 30 de Abril de 2010
Valor da Inscrição:R$ 30.00
Marcadores:
Aula,
cursos,
Vestibular
domingo, 7 de março de 2010
Influência da mídia
Até que ponto a mídia influencia nossas crianças e adolescentes? Esse é um tema amplamente discutido entre pais, professores e pesquisadores em geral. Caso faça uma busca na internet com esse tema, verá que as opções são inúmeras. No entanto, a maioria dos textos se destinam aos adultos. Poucos textos são escritos para os grandes envolvidos e, por isso, "deveriam ser" os mais interessados na questão. Pensando nisso e após observar o quanto meus educandos se interessam pela mídia e são influenciados por sua cultura, muitas ou a maioria das vezes, inútil, resolvi escrever um texto que unisse a informação e o alerta à uma mensagem simples e interessante para meu público. Segue o texto escrito com uma proposta de Redação. Espero que gostem e utilizem em suas aulas.
Proposta de Trabalho para aula de Redação para 5ª série (6º ano) do Ensino Fundamental II
Quantas horas por dia você fica em frente da televisão ou do computador? —2 Faça as contas. Agora pense: quantas horas você gasta fazendo a lição de casa ou lendo um bom livro? — Perceba que o tempo gasto com a mídia é muito maior que o tempo que você gasta enriquecendo-se culturalmente ou exercitando sua mente com coisas proveitosas.
Na aula anterior3, estudamos sobre os recursos que a mídia utiliza nos anúncios publicitários para seduzir os consumidores, você lembra quais são eles? — No entanto, mídia envolve muito mais do que os anúncios publicitários, mídia é o conjunto de todos os meios de comunicação utilizados para a divulgação de conteúdos de publicidade e de propaganda que incluem os anúncios, jornais, revistas, televisão, internet, etc.
Até que ponto a mídia influencia sua vida? Já aconteceu de querer comprar um brinquedo só porque você viu a propaganda na televisão? — Ou de ficar com vontade de comer numa loja como Mc Donalds logo depois de assistir um comercial na TV? — Pois é, a mídia tem grande influência na nossa vida. Ele pode nos fazer acreditar que se não tivermos tal produto jamais seremos felizes. Além disso, ela faz com que muitas adolescentes não aceitem seu próprio corpo e desejem ser como modelos famosas como a Gisele Bündchen, por exemplo. Isso causa além de problemas na autoestima, problemas de saúde tais como a bulimia e a anorexia, veja a seguir como uma pessoa anoréxica se vê:
É assim que muitas meninas anoréxicas se veem, a maioria das vezes, por causa da influência negativa da mídia. Mas não é só isso. Além de influenciar o modo como os adolescentes veem o próprio corpo, e nos hábitos de consumo, elas também levam a comportamentos, muitas vezes, autodestrutivos.
Até aqui, nós vimos o perigo de se expor com constância à mídia. Nem tudo o que ela apresenta é a verdade. Muitas vezes, trocamos programas realmente importantes como a leitura de um bom livro, a ida ao teatro ou a um museu e etc., por lixo cultural. Reflita sobre a sua própria vida e atitude: até que ponto estou permitindo que a mídia influencie minha vida?
Agora que você já discutiu com nossos colegas e com a professora é a sua vez de opinar. Escreva um texto dando sua opinião sobre a influência da mídia no comportamento e na atitude dos jovens: o que fazer para não se deixar levar por ela?
Instruções:
· Seu texto deve ter no mínimo 15 linhas;
· Deve ser entregue na folha de redação;
· Não serão aceitas produções escritas a lápis;
· Lembre-se de escrever sobre o tema proposto;
· Atenção à acentuação, ortografia e concordância;
· Siga a margem em ambos os lados e faça o adentramento do parágrafo;
Escrever exige:
· Planejamento: pense cuidadosamente no que vai escrever;
· Revisão: releia o que você escreveu, observando se o texto tem sentido, se há sentenças incompletas, se faltam acentos ou se há palavras escritas de forma errada;
· Reescrita: passe a limpo seu texto com cuidado, sem rasuras.
1. Atividade elaborada por Alessandra Costa, especialmente para esta série.
2. Os travessões indiam que o professor deve reclamar a opinião do educando.
3. A referida a aula anterior pode ser encontrada no formato de slides no próprio blog. Há um ícone de download entitulado 5ª série Anúncio públicitário no próprio blog.
2. Os travessões indiam que o professor deve reclamar a opinião do educando.
3. A referida a aula anterior pode ser encontrada no formato de slides no próprio blog. Há um ícone de download entitulado 5ª série Anúncio públicitário no próprio blog.
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